7.5.14

É Équiça?!

Hoje Felipão anunciou o nome dos jogadores convocados para a Seleção Brasileira. Desde cedo as emissoras de rádio e de TV soltavam suas vinhetas para atiçar a ansiedade do torcedor, mas isso não me afetou nem um pouco.

Sei até o nome de alguns dos convocados (Daniel Alves, que come banana e caga para o racismo; Neymar, que anima platéia pra ganhar dinheiro vendendo banana; Hulk, que usa fralda enxuta; tem um outro q tem cabelo de samambaia; Fred charmosinho...), mas confesso que depois da Copa do Mundo de Futebol de 1998, quando a Seleção Brasileira perdeu para a França, eu deixei de me importar com essas bestagens.

Fiquei tão decepcionada que me recordo que, na Copa de Futebol realizada na Coréia, todos acordavam de madrugada, faziam aquele auê e eu nem me mexia. Chegou o grande dia da final, foram lá me acordar, dei logo dois porras e voltei a dormir. Contava os gols pelo som dos fogos e gritos que vinham da rua. E quando o Brasil sagrou-se campeão, soube porque foram tantos fogos. Quando acabou a zoada, virei para o outro lado da cama e voltei a dormir.

Desde 1998, a única vez que parei para acompanhar um campeonato de futebol, foi em 2006, quando o Colo-Colo de Ilhéus conquistou o Campeonato Baiano. Na época eu morava lá pras bandas grapiúnas, bem pertinho do estádio. Na casa ao lado ficava a equipe técnica do time e os jogadores moravam em uma casinha localizada na rua há poucos metros dali.

Lembro que eu sempre passava pela porta da “casa de concentração” e via aqueles moleques magrelinhos sentados na porta, coçando as frieiras dos pés. Da casa onde eles viviam ao Estádio Mário Pessoa, dos passeios às pipas voando no céu, tudo era pintado com as cores amarelo e azul. E, como só a TV lá de casa pegava a TVE, que transmitia os jogos, a torcida se reunia no nosso cafofo pra fazer a maior farra, regada a Tubaína e cachorro-quente. No final dos jogos, o trio-elétrico passava em frente a nossa casa levando todo mundo pra comemorar lá pras bandas do Malhado.

Nunca decorei os nomes daqueles jogadores, só do técnico Ferreirinha. Mas era muito bom ver aqueles moleques magrelinhos, cheios de frieira, conquistando muito mais do que nós achávamos que eles eram capazes. Aquilo sim que era seleção!

Um comentário:

Raquel disse...

Sou mais o colo colo. ...!!!!!!!!!