Hoje Felipão anunciou o nome dos
jogadores convocados para a Seleção Brasileira. Desde cedo as emissoras de
rádio e de TV soltavam suas vinhetas para atiçar a ansiedade do torcedor, mas
isso não me afetou nem um pouco.
Sei até o nome de alguns dos
convocados (Daniel Alves, que come banana e caga para o racismo; Neymar, que
anima platéia pra ganhar dinheiro vendendo banana; Hulk, que usa fralda enxuta;
tem um outro q tem cabelo de samambaia; Fred charmosinho...), mas confesso que
depois da Copa do Mundo de Futebol de 1998, quando a Seleção Brasileira perdeu
para a França, eu deixei de me importar com essas bestagens.
Fiquei tão decepcionada que me recordo
que, na Copa de Futebol realizada na Coréia, todos acordavam de madrugada,
faziam aquele auê e eu nem me mexia. Chegou o grande dia da final, foram lá me
acordar, dei logo dois porras e voltei a dormir. Contava os gols pelo som dos
fogos e gritos que vinham da rua. E quando o Brasil sagrou-se campeão, soube
porque foram tantos fogos. Quando acabou a zoada, virei para o outro lado da
cama e voltei a dormir.
Desde 1998, a única vez que parei
para acompanhar um campeonato de futebol, foi em 2006, quando o Colo-Colo de
Ilhéus conquistou o Campeonato Baiano. Na época eu morava lá pras bandas
grapiúnas, bem pertinho do estádio. Na casa ao lado ficava a equipe técnica do
time e os jogadores moravam em uma casinha localizada na rua há poucos metros
dali.
Lembro que eu sempre passava pela
porta da “casa de concentração” e via aqueles moleques magrelinhos sentados na
porta, coçando as frieiras dos pés. Da casa onde eles viviam ao Estádio Mário Pessoa,
dos passeios às pipas voando no céu, tudo era pintado com as cores amarelo e
azul. E, como só a TV lá de casa pegava a TVE, que transmitia os jogos, a
torcida se reunia no nosso cafofo pra fazer a maior farra, regada a Tubaína e
cachorro-quente. No final dos jogos, o trio-elétrico passava em frente a nossa
casa levando todo mundo pra comemorar lá pras bandas do Malhado.
Nunca decorei os nomes daqueles jogadores,
só do técnico Ferreirinha. Mas era muito bom ver aqueles moleques magrelinhos,
cheios de frieira, conquistando muito mais do que nós achávamos que eles eram
capazes. Aquilo sim que era seleção!
Um comentário:
Sou mais o colo colo. ...!!!!!!!!!
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