Depois de um curto período fora, retorno para a minha nação e me deparo com uma verdadeira revolução. O povo com a pá de pedreiro na mão, ameaçando pegar a marreta e derrubar os muros da opressão.
Pensei: surtou! Na verdade pensei alto. Eita peste! Pra quê falei isso? Levei a maior lição de moral da opinião pública que está cansada de esperar dias melhores e ações mais efetivas dos gestores.
Enfim, o povo resolveu fazer uma pressão, começando pela invasão do escritório do poderoso chefão. E quando eu já me preparava para o início de uma guerra civil, alertando minha tropa de segurança sobre o conflito que iria se instaurar no recinto nas próximas horas e sobre o risco dos black blocs aparecerem pra dar um apoio moral, fui surpreendida por uma proposta de diálogo e plano de ações a curto prazo que acabou sendo aceita.
Diga-se de passagem, o povo é a mamacita, os muros da opressão estão localizados no meu quintal, a tropa de segurança é nesta história representada por minha fiel escudeira, a vira-latas, e o poderoso chefão, óbvio que é painho.
Em breve, maiores informações sobre a reforma de fim de ano no meu lar doce lar.
Um comentário:
hahahahaha
Adorei! e fiquei imaginando a situação real!
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